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GO: Paciente gravou consultas após desconfiar de ginecologista preso suspeito de estupro

INVESTIGAÇÃO

Marcelo Arantes foi preso na quinta-feira (23), suspeito de estuprar pacientes em Goiânia e Senador Canedo

Ginecologista Marcelo Arantes e Silva – Foto: Policia Civil de Goiás /Divulgação

Uma paciente gravou as consultas com o ginecologista Marcelo Arantes e Silva após desconfiar da conduta do médico, preso preventivamente na quinta-feira (23) sob suspeita de estuprar pacientes em Goiânia e Senador Canedo. De acordo com a Polícia Civil, já foram identificadas 23 vítimas, 10 em Goiânia e 13 em senador Canedo.

Conforme a delegada Amanda Menuci, a decisão de gravar os atendimentos aconteceu depois que a paciente recebeu mensagens do médico comentando um atendimento em que os abusos teriam acontecido. À época, ela estava grávida e enfrentava uma gestação de risco.

Nas gravações, feitas sob o pretexto de registrar o ultrassom para mostrar ao marido, a mulher filmou as consultas do início ao fim. “Nas outras consultas, quando o marido dela não podia acompanhar, ela falava assim: ‘Ô doutor, eu vou filmar aqui o ultrassom para depois mandar para o meu marido’. Mas ela filmava a consulta do início ao fim”, afirmou a delegada ao G1.

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Segundo a investigação, os abusos não ocorreram durante as filmagens, mas o material deve ajudar a comprovar a relação entre médico e paciente, especialmente em atendimentos realizados em clínicas particulares, onde prontuários nem sempre são de fácil acesso.

A vítima contou que o médico fazia comentários pejorativos e de cunho sexual enquanto realizava toques íntimos. Apesar da suspeita, ela optou por não denunciar o caso naquele momento devido à gravidez de risco, mas reuniu provas ao longo do acompanhamento.

As investigações apontam que o médico teria atuado de forma semelhante com outras pacientes entre 2017 e 2026, utilizando a posição de autoridade para cometer os abusos. A Polícia Civil trata o caso como estupro de vulnerável.

Em nota, a defesa informou que o médico está afastado da profissão, colabora com a Justiça e nega as acusações. O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) informou que o registro profissional foi suspenso por decisão judicial.

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