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Com foco na organização e eficiência, confira um pouco do estilo de Fábio Carille, novo técnico do Goiás

PARTE TÁTICA

Fábio Carille deverá estrear no Goiás já na próxima rodada do Campeonato Brasileiro Série B, diante da Chapecoense

Fábio Carille em seu último trabalho no Vitória. Foto: Victor Ferreira – Vitória

O Goiás agiu rápido após demitir Vagner Mancini e já anunciou a contratação de Fábio Carille, que terá a missão de conduzir o Esmeraldino rumo ao acesso. O comandante chega ao Verdão com passagens por grandes equipes em seu currículo, como Corinthians, Athletico Paranaense, Vasco e Santos — onde, na última temporada, foi campeão da Série B. O treinador também atuou no Al-Ittihad, no V-Varen Nagasaki e, por último, esteve no Vitória.

No Goiás, Fábio Carille chega com a missão de dar uma nova cara à equipe, que não vence há cinco jogos e não vem convencendo o torcedor. Para essa reta final, a tendência é que o time encarne uma proposta mais organizada defensivamente — uma das marcas registradas do treinador, que prioriza equipes eficientes sem a bola.

Assim como é comum em seus trabalhos, a expectativa é que o Goiás seja posicionado no esquema 4-2-3-1. No setor ofensivo, Carille costuma utilizar um ponta mais agudo, que busque o 1 contra 1, e outro que, além dessa função, atue por dentro, ajudando na criação de jogadas. Além disso, ele prefere contar com um centroavante de ofício — o que indica que Anselmo Ramon deve seguir como referência no ataque alviverde.

A fase construtiva das equipes de Fábio Carille é marcada por uma saída de bola bastante conservadora, com foco pelos lados do campo. Geralmente, seus times buscam superioridade numérica com triangulações simples e toques rápidos, resultando frequentemente em cruzamentos direcionados ao centroavante.

A parte defensiva é uma das grandes forças do treinador. Além do 4-2-3-1 com a bola, sem a posse a equipe costuma se reorganizar no 4-4-2, mantendo linhas compactas para reduzir os espaços dos adversários. Em regra, Carille adota linhas defensivas mais baixas ou médias, priorizando a segurança e o controle do jogo sem a bola.

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