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Em meio à crise na arbitragem, Adson Batista cobra profissionalização dos árbitros

DRAGÃO

O Atlético Goianiense, do presidente Adson Batista, entra em campo nesta quinta-feira (9/10), contra o líder Coritiba

Adson Batista, presidente do Atlético Goianiense. Foto: Bruno Corsino – ACG

A arbitragem tem sido um dos temas mais debatidos no futebol brasileiro, principalmente devido aos sucessivos erros em partidas decisivas. Em meio às críticas generalizadas, o presidente do Atlético Goianiense, Adson Batista, voltou a se manifestar sobre o assunto e defendeu, mais uma vez, a profissionalização dos árbitros como medida essencial para a evolução do esporte no país.

“Vivemos um período em que a pressão sobre os árbitros está alarmante. É importante que os clubes não transfiram suas responsabilidades para os árbitros. Devemos parar de demonizar a arbitragem brasileira e procurar soluções para os problemas atuais. A profissionalização é importantíssima para esse processo. Com a sequência de jogos decisivos e confrontos diretos em todas as rodadas, é fundamental que a arbitragem esteja fortalecida para que o espetáculo não fique enfraquecido”, disse o dirigente nas redes sociais.

Adson também demonstrou confiança nas iniciativas da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para modernizar o setor . “O presidente da CBF, Samir Xaud, em pouco tempo, já trabalhou muito e mostrou ter capacidade de fazer o futebol brasileiro evoluir em todos os sentidos. Tive a oportunidade de conhecê-lo e confio na modernização que será feita a respeito da arbitragem. Também acredito na Comissão de Arbitragem e de seu presidente, Rodrigo Cintra. OS ÁRBITROS NÃO SÃO NOSSOS INIMIGOS! Sem arbitragem não tem espetáculo, não tem futebol!”, finalizou.

Apesar do discurso conciliador, o dirigente protagonizou recentes episódios de crítica à atuação da arbitragem. Após o empate diante do Goiás, Adson contestou a condução do árbitro durante o clássico. Já antes do confronto contra o Athletico-PR, ele solicitou a substituição do juiz escalado para a partida, alegando conflito de interesse, já que o árbitro era do estado do Paraná. A arbitragem do jogo acabou ficando a cargo de Raphael Claus, de São Paulo.

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