A contagem regressiva para a etapa brasileira da MotoGP já movimenta Goiânia. Marcado para ocorrer entre os dias 20 e 22 de março de 2026, o evento promete transformar a capital em um dos principais polos esportivos do país durante o fim de semana da corrida. A expectativa é de que mais de 150 mil pessoas, vindas de mais de 20 países, acompanhem a competição, impulsionando a economia local em cerca de R$ 868 milhões.
O reflexo desse grande fluxo já é sentido na rede hoteleira: praticamente todos os quartos da capital e de Anápolis estão esgotados. Com isso, cidades turísticas próximas, como Pirenópolis e Caldas Novas, passaram a ser a nova opção de hospedagem para competidores, equipes e torcedores. Restaurantes, empresas de transporte e o comércio também se preparam para receber a enxurrada de visitantes que desembarcará na região.
Autódromo de Goiânia passa por modernização para receber a MotoGP
Desde janeiro, o Autódromo Internacional de Goiânia está em obras para atender às exigências da Federação Internacional de Motociclismo (FIM) e garantir o retorno da MotoGP ao Brasil. Fechado desde o dia 24 de março, o espaço recebe apenas os trabalhadores responsáveis pela modernização.
As primeiras melhorias ocorreram nas áreas de escape, com a instalação de novos guardrails, barreiras de pneus e muretas de contenção. Em seguida, foram demolidos a antiga torre de controle e o centro médico, que darão lugar a novas estruturas.
O investimento total ultrapassa R$ 55 milhões e é considerado essencial para que o circuito seja homologado pela FIM, o único do país com essa perspectiva. A partir de 2026, Goiânia deve sediar a competição por cinco anos consecutivos, com a data oficial da prova a ser confirmada pela Dorna Sports, organizadora mundial do campeonato.
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