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Mãe e filha indiciadas após tentativas de raptar crianças em parques de Goiânia

tornozeleira

As duas alegavam que tinham quase 200 filhos espalhados pela cidade

Duas mulheres, mãe e filha, foram indiciadas pela Polícia Civil de Goiás (PCGO) após suspeitas de tentativas de raptar crianças em parques de Goiânia, com maior concentração de abordagens no Parque Vaca Brava. Segundo as investigações, elas abordavam os menores e alegavam que poderiam ser seus filhos, afirmando que teriam tido seus óvulos subtraídos por autoridades e que tinham quase 200 filhos espalhados pela cidade.

De acordo com a polícia, as suspeitas padecem de transtornos mentais e não chegaram a executar crimes como sequestro ou cárcere privado. Ainda assim, o caso levou à instauração imediata de procedimento criminal, na quinta-feira (23), e à realização de diligências preliminares.

Na madrugada de sexta-feira (24), Mônica Meirelles Sanchez e Yasmin Meirelles Sanchez da Silva foram indiciadas por tentativa de subtração de incapazes. A Central-Geral de Flagrantes representou pela aplicação de medidas cautelares, incluindo afastamento das crianças, proibição de acesso a parques e praças, monitoramento por tornozeleira eletrônica e incidente de insanidade mental, todas cumpridas na manhã deste sábado (25).

O delegado Rilmo Braga destacou que a dupla apresenta sinais claros de transtornos mentais: “A mãe e a filha abordaram crianças com discurso estranho, alegando ter 200 filhos espalhados pela cidade. Confirmamos a existência de pelo menos um crime de tentativa de subtração de incapaz e representamos imediatamente pelas medidas cautelares”, explicou.

A Polícia Civil reforça que não houve contato físico com as crianças e que, com a implementação do monitoramento eletrônico pela Polícia Penal, não há riscos à população.

De acordo com a Polícia Civil, “a imagem das suspeitas está sendo divulgada baseada na necessidade de surgimento de novas provas e testemunhas, bem como para prevenir novos crimes, nos termos da Lei 13.869/2019 e da Portaria normativa nº 547/2021/DGPC, consoante despacho do delegado responsável pelo procedimento”.

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