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Mansão de traficante acusado de comandar ataque a delegacia é demolida pela polícia no RJ

POLÍCIA

Sobre a ação da polícia, o governador do Rio afirmou que ‘a resposta será dura e proporcional, porém efetiva e dentro da lei’

Imagem mostra demolição de casa de luxo do suspeito de coordenar ataque contra delegacia (Foto: Reprodução)

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Luanna Marques

A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou, na segunda-feira (17), a demolição de uma mansão de alto padrão de Joab da Conceição Silva, identificado como o mandante do ataque à 60ª Delegacia de Polícia (DP) de Campos Elíseos, na Baixada Fluminense, que aconteceu na noite do último sábado (15). O imóvel, localizado no bairro Jardim Primavera, em Duque de Caxias, estava em construção, mas já era utilizado pelo suspeito e seus comparsas.

A operação policial, que contou com o apoio da Prefeitura de Duque de Caxias, resultou na demolição não apenas da casa de luxo de Joab, mas também de um depósito de bebidas suspeito de ser usado para lavagem de dinheiro. Segundo as autoridades, o local ajudava a financiar as atividades criminosas e o estilo de vida luxuoso dos integrantes da facção e de seus familiares.

O ataque à delegacia foi realizado por um grupo armado com fuzis, que tentou resgatar dois traficantes presos horas antes: Rodolfo Manhães Viana, conhecido como “Rato”, e Wesley de Souza do Espírito Santo. No entanto, os presos já haviam sido transferidos para a Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), na Cidade da Polícia, frustrando a ação dos criminosos.

Desde domingo (16), a Polícia Civil está realizando uma série de ações contra a organização criminosa responsável pelo ataque. Até o momento, 20 suspeitos foram presos, incluindo um casal que atuava como “laranjas” de Joab. Um criminoso morreu em confronto com os agentes durante as operações.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, destacou a ação nas redes sociais: “Já vou avisando à turminha dos ‘direitos humanos’: não me incomodem, porque a resposta será dura e na mesma proporção, só que com efetividade e dentro da lei”, escreveu Castro.

As investigações continuam nas comunidades de Duque de Caxias onde a organização criminosa atua.

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