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Polícia investiga esquema de golpes envolvendo venda de ingressos para Carnaval em Goiânia

EM INVESTIGAÇÃO

Golpes são aplicados pela plataforma Meu Bilhete. Entre as vítimas está o secretário municipal de saúde de Campo Limpo de Goiás

Bloco de Carnaval em Goiânia – (Foto: reprodução)

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Pedro Moura

Um esquema sofisticado de estelionato está sob investigação na Polícia Civil (PC) após vítimas denunciarem golpes envolvendo a venda de ingressos para o Carnaval de Goiânia. Entre os lesados pelo suposto grupo está o secretário municipal de saúde de Campo Limpo de Goiás, Rafael de Sá. 

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Ao Mais Goiás, o secretário informou que tomou conhecimento do golpe na última quarta-feira, 4, após ser informado por uma amiga de que não estava na lista de foliões ao tentar pegar o abadá. Ele adquiriu o ingresso no valor de R$ 250 no último dia 28 por meio de plataformas digitais, a fim de participar do bloco do Bahrem, no Centro Cultural Oscar Niemeyer. 

Conforme Rafael, a aquisição ocorreu por meio de um anúncio nas redes sociais. Ao entrar em contato com o golpista, o mesmo ofereceu o ingresso cujo valor original é de mais de R$ 470. Com um forte poder de convencimento, o suspeito teria arquitetado todo um esquema para convencer o secretário, chegando a transferir de forma antecipada o ingresso em nome de terceiros para a vítima, que chegou a confirmar a aquisição pela plataforma Meu Bilhete antes de realizar o pagamento. 

“Ele transferiu o ingresso e foi instantâneo. Quando olhei no aplicativo do Meu Bilhete, estava lá o meu nome. Isso me passou confiança para pagar. Posteriormente, com atraso, recebi um e-mail na caixa de entrada informando que após a transferência não seria mais possível o cancelamento do ingresso. Foi tudo muito bem feito”, explica.

O secretário diz que ao tomar conhecimento do golpe, conseguiu identificar que se tratava de uma esquema envolvendo ao menos três pessoas: o golpista responsável pela venda do ingresso, uma mulher cujo nome consta no ingresso transferido e um homem, que recebeu o valor depositado. O trio está espalhado em três estados distintos. 

O que chamou a atenção de Rafael, porém, foi o suposto “buraco” na plataforma Meu Bilhete, que foi usada para aplicar o golpe. De acordo com ele, outras pessoas também teriam sido lesadas pelo grupo. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Nerópolis, que deve remeter a investigação à Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC).

“Não se essas outras pessoas podem ser vítimas também ou cúmplices. A questão não é o dinheiro, mas alertar outras pessoas para não cair neste golpe. A pessoa tira um tempo para lazer, se diverte com amigos e família e cai em um golpe desse”, concluiu.

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