Eleição e futebol
Enquanto a disputa eleitoral ganha forma, curiosidades sobre os times dos principais nomes da política entram em campo
Foto: Reprodução rede social
Na quarta-feira (6/5), a nova pesquisa Quaest foi divulgada em dez estados brasileiros, entre eles Goiás, trazendo um panorama da preferência do eleitorado para a corrida presidencial de outubro. E, aproveitando o clima de bastidores que sempre cerca o cenário político, entra em campo uma curiosidade que costuma render conversa fora das quatro linhas: afinal, quais são os times do coração dos principais nomes cotados?
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que aparece como possível candidato à reeleição, é torcedor declarado do Corinthians. Frequentemente associado ao clube paulista, Lula já foi visto em jogos e costuma citar o futebol em discursos públicos, sempre com referência ao cenário corintiano.
No campo da oposição, Flávio Bolsonaro (PL), apontado em articulações políticas após o período de inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro, é torcedor do Vasco da Gama.
Em Goiás, o governador Ronaldo Caiado (União Brasil) também entra nessa “escalação” de torcedores da política. Flamenguista assumido, ele costuma dizer que o coração é rubro-negro, mas faz questão de reforçar o vínculo com o futebol goiano. Sempre presente em jogos de Atlético-GO, Goiás e Vila Nova, Caiado costuma circular entre as três torcidas no estado.

Em tom mais leve, o governador já arrancou risadas ao comentar o momento do Vila Nova, clube que tem forte presença popular em Goiás. Em uma das brincadeiras, Caiado disse que o Tigre na Série A seria a única situação que ele “não conseguiria resolver no estado de Goiás”, numa referência bem-humorada.
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Já o mineiro Romeu Zema (Novo) adota um discurso mais distante do envolvimento clubístico. Apesar de especulações sobre uma possível ligação com o Araxá, o governador já afirmou em entrevistas que acabou se afastando da rotina de torcedor ao longo dos anos. Ainda assim, costuma defender o fortalecimento dos principais clubes de Minas Gerais, Atlético-MG, Cruzeiro e América-MG, na elite do futebol nacional.
No fim das contas, entre pesquisas eleitorais e paixões de arquibancada, o futebol segue sendo um dos pontos de conexão mais curiosos entre política e torcida no Brasil.