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Ancelotti projeta Copa do Mundo de 2026 ‘equilibrada’ e comenta responsabilidade: ‘Brasileiros querem voltar a ganhar’

MISSÃO DIFÍCIL

A menos de nove meses para o início da Copa do Mundo de 2026, Carlo…

FOTO: @rafaelribeirorio / CBF

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Da Redação

A menos de nove meses para o início da Copa do Mundo de 2026, Carlo Ancelotti projetou expectativas sobre a competição. Em uma entrevista à Fifa, ele abordou sua relação com as sedes do campeonato; o aumento do número de participantes para 48, algo que considera positivo; e a responsabilidade de comandar a seleção brasileira no torneio que marca o maior jejum sem erguer uma taça: 24 anos.

Ancelotti falou sobre a expectativa para o sorteio dos grupos da Copa do Mundo, que será realizado em 5 de dezembro, e afirmou que a classificação do país para o torneio é “uma obrigação”.

Leia também: CBF anuncia Senegal e Tunísia como últimos adversários da Seleção Brasileira em 2025

— É um sorteio, então ficaremos satisfeitos com o que acontecer. O importante é estar dentro do sorteio, o que para o Brasil é uma obrigação. Estamos esperando para poder começar a procurar um lugar para a preparação, para os treinos.

O italiano afirmou ter uma “responsabilidade muito grande” de comandar a seleção brasileira em uma Copa do Mundo, já que “tudo que os brasileiros querem é voltar a ganhar depois de 24 anos”.

— Era uma grande oportunidade treinar a seleção brasileira, a que já ganhou mais Copas do Mundo. A ideia de preparar o Brasil para a Copa era muito bonita, e quando tive a oportunidade, aproveitei. E preciso agradecer ao Real Madrid, que me deixou ter essa nova experiência — contou o treinador.

Para Ancelotti, o novo formato de disputa, com 48 equipes disputando a taça, faz com que o torneio fique “cada vez mais global”.

— Quanto mais países jogarem, melhor é para o futebol. É uma boa ideia abrir mais o Mundial, para que ele fique cada vez mais global. A Copa do Mundo é o campeonato mais importante do mundo, é o que mais interessa aos torcedores. Acho que vai ser muito equilibrado, com seleções ótimas e os melhores jogadores. Vai ser um Mundial divertido.

O italiano tem grandes experiências com Canadá e México, que completam com os Estados Unidos o trio de sedes da Copa. Ele contou que é casado com uma canadense, e os dois têm uma casa em Vancouver, uma “cidade linda”. Ele expressou a vontade de que a seleção brasileira seja sorteada para jogar uma das sete partidas que a cidade irá receber ao longo do Mundial.

Sobre o México, ele relembrou a Copa de 1986: ele estava em campo na estreia da Itália, contra a Bulgária. Ancelotti falou dar relação do país com o futebol:

— O povo mexicano é parecido com o brasileiro: são muito apaixonados pelo futebol e pela seleção, é muito importante para eles. O treinador é meu amigo, desejo tudo de bom para ele.

Novos compromissos

O Brasil já conhece seus últimos compromissos de 2025: depois de viajar para a Ásia para jogar contra Coreia do Sul e Japão, o próximo destino será a Europa, mas os adversários não vêm do Velho Continente. Em 15 de novembro, a seleção disputará um amistoso contra Senegal no Etihad Stadium, em Londres. Na sequência, viajará para Lille, na França, onde enfrentará a Tunísia no Decathlon Stadium. (POR O GLOBO)

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