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Mabel escolhe prestar contas na Câmara em meio a crise


Prefeito vai prestar contas depois de nota de repúdio na mesma semana – Foto: aquivo DG

O prefeito Sandro Mabel vai prestar contas sobre o segundo quadrimestre de 2025 nesta quinta-feira (2) na Câmara Municipal de Goiânia em clima de suspense sobre como será recebido na mesma semana em que foi aprovada nota de repúdio contra declarações dele. A presença foi confirmada na manhã dessa quarta-feira pelo Paço para ocorrer na sessão de quinta, a partir de 8h.

Mabel comparece em momento conturbado de insatisfação, envolvendo troca de líder, instalação de comissão de investigação (CEI da Limpa Gyn), derrubada de vetos, culminando com declarações polêmicas dele sobre vereadores e vice-versa.

A tudo isso, soma-se também a retirada da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) pelo prefeito esta semana, um dia antes do prazo limite para sua votação pela Câmara.

Ainda não se sabe se o prefeito vai encaminhar a proposta reajustada da LDO nesta quinta. Na Câmara existia essa expectativa entre vereadores nesta quarta-feira.

Nota de repúdio

Por outro lado, o prefeito vai ter que encarar a chamada “torta de climão” após declarações irônicas e “sugestivas” dele sobre a conduta política de parlamentares.

Entre os alvos mais destacados: Cabo Senna (PRD), presidente da Comissão Mista, que manteve a votação da LDO mesmo após a chegada do ofício de Mabel pedindo sua retirada da pauta; Igor Franco (MDB), que era o líder e desagradou o prefeito ao apoiar a CEI; e Lucas Vergílio (MDB), que foi o relator da LDO e manteve 12 emendas, desagradando Mabel – entre as emendas, uma reduz a margem para o Paço remanejar recursos da Lei Orçamentária Anual de 2026.

Sobre os vereadores, o prefeito tinha afirmado à coluna Giro do jornal O Popular que eram “figurinhas”, se referindo a Senna e Franco, e “tem esse ‘malandrinho’ que é o Lucas Vergílio”. Depois, sem revelar a qual demanda se referia, Mabel disse: “O que eles querem, eles não vão ter comigo”.

A repercussão ruim levou o Plenário a aprovar, por unanimidade dos presentes, uma nota de repúdio na terça-feira citando as falas polêmicas do prefeito. A nota descreve as declarações como ofensa à toda a Câmara, justificando que os três parlamentares foram ofendidos no exercício de suas funções e conduziram a votação da LDO na forma regimental.


Leia mais sobre: Câmara Municipal / Prestação de Contas / Sandro Mabel / Goiânia / Política

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